domingo, 15 de junho de 2014

Decepcionar-se!

Então, é isso !
Mil expectativas, mil sonhos
Uma história linda pra sonhar
Uma história linda pra viver
Uma palavra
E tudo acaba
Um mundo desaba
E o que resta?
Desabar também.
Porque nos decepcionamos?
Quando nos decepcionamos?
Quando apostamos mais no outro do que em nós mesmos?
Quando o outro não atende as nossas expectativas?
Quando o outro já não sonha mais com a gente?
E o que nos resta?
Uma dor quase incurável
E nos frustamos,
Nos fechamos pra o resto do mundo,
Desacreditamos, apenas, desacreditamos.
Resta a saudade, a nostalgia, a dor e a esperança massacrante
de uma volta, um retorno, pra se viver o que sonhou. 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

(Re)colher...

E se for pra te falar e não te dizer,
É melhor me (re)colher...
(Outra vez)colher. 
Tudo de bom que me compõe
Todos os meus afagos e clichês...
Daqueles castos...
Daqueles que estavam guardados,
Daqueles que sonhei em te viver...

Não se importe, não tenha culpa
Coisa minha, sabe?
Talvez, eu precise desse tempo,
pra (re)caminhar alguns pensamentos,
(re)caminhar sentimentos...
Até entender que toda história tem seu prazo,
mas, que nem por isso perde a sua beleza.

Que nem por isso morrerei,
Nem perderei a vontade de seguir acreditando
Que o amor, que os afagos e que os clichês
ainda valem a pena, que são são meus...
E se não encontraram os teus
é porque não era de se vigorar...